Reunião com líderes comunitários faz balanço de 2017

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Líderes comunitários reunidos com a diretora-geral do HS (no centro) e assistentes sociais (nas laterais)

Na última reunião do ano com as lideranças comunitárias do Subúrbio Ferroviário de Salvador, os diretores do Hospital do Subúrbio (HS) apresentaram, no dia 15 de dezembro, os indicadores de produção de 2017, a exemplo dos números de atendimento, internações, procedimentos cirúrgicos e de apoio diagnóstico e terapêutico. No encontro, também mostraram as ações previstas para 2018 e conversaram com os líderes sobre as demandas da população.

O entendimento crescente por parte da população acerca do perfil de assistência do HS, de média e alta complexidade, foi destacado pelo diretor técnico, Jorge Motta. “O hospital não é porta de entrada para casos simples. Ele busca atender cada vez mais dentro do seu perfil”, explicou a diretora-geral do HS, Lícia Cavalcanti.

Jorge Motta, diretor técnico do HS, apresentou os dados de 2017

O percentual de atendimentos por procedência, ou seja, considerando a região da qual provêm os pacientes, também foi ressaltado. Embora prevaleçam pacientes vindos da região do Subúrbio e de seu entorno (60%), houve aumento no número de pacientes provenientes do interior do Estado, hoje representando 13% dos atendimentos. Usuários de outros bairros correspondem a 27%.

Jorge Motta ainda fez uma retrospectiva de fatos marcantes que ocorreram no ano de 2017, como a implantação das linhas de cuidado clínica e cirúrgica; o resultado da pesquisa de satisfação do usuário, feita por verificador independente, que apontou 95,8% de satisfação; a manutenção do selo de acreditação hospitalar no nível 3 – excelência; e o ingresso do HS na Rede Universitária de Telemedicina para discussão de casos clínicos e troca de experiências.

Diálogo aberto entre a diretoria do HS e lideranças comunitárias, durante a reunião

Para o próximo ano, Jorge Motta apontou algumas metas já previstas. Consolidar as linhas de cuidado e aprimorar os programas de residência do hospital ampliando-os para a equipe multiprofissional, como em Enfermagem e Fisioterapia, são agumas delas. Na opinião de Elias Broes, líder comunitário de Paripe, “críticas sempre existem, mas sabemos que sempre temos acesso ao hospital. Para a nossa comunidade, é como um quintal da nossa casa”.

Em 2017, de acordo com dados ainda parciais, foram cerca de 48 mil atendimentos da Emergência, 18 mil no Ambulatório de Egressos, e perto de 13 mil internações. O Laboratório realizou mais de 168 mil exames. Foram registrados mais de 75 mil procedimentos de apoio diagnóstico e terapêutico e realizadas 11 mil cirurgias. A taxa de ocupação neste ano está em 101,6%, com uma média de permanência do paciente de 9,48 dias.